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Observabilidade e Resiliência

Observabilidade permite inferir o estado do sistema pelas saídas. Resiliência define o comportamento quando dependências ficam lentas, falham ou se recuperam.

Sinais

  • logs registram eventos discretos com contexto estruturado;
  • métricas agregam comportamento numérico ao longo do tempo;
  • traces conectam trabalho entre componentes e serviços.

Actuator integra Micrometer para logs, métricas e traces por observations e instrumentação. Use tags de baixa cardinalidade; IDs ilimitados criam uma série por valor e podem sobrecarregar o armazenamento.

Indicadores de serviço

Comece pelo comportamento visível: taxa, erros, distribuição de latência e saturação. Percentis revelam caudas ocultas por médias. Separe readiness de liveness: uma dependência temporariamente indisponível pode impedir tráfego sem exigir reinício do processo.

Mecanismos de resiliência

Mecanismo Objetivo Risco principal
Timeout/deadline Limitar espera Curto demais cria falsa falha
Retry Repetir trabalho transitório Amplifica carga e duplica efeitos
Backoff + jitter Espalhar tentativas Aumenta latência final
Circuit breaker Interromper chamadas provavelmente falhas Estado aberto obsoleto ou prematuro
Bulkhead Isolar exaustão Capacidade reservada subutilizada
Rate limit Proteger capacidade/justiça Rejeita rajadas legítimas

Novas tentativas exigem análise de idempotência. Repetição em várias camadas cria tempestade. O guia de controles de resiliência explica interações. Breaker não substitui timeout, e fallback deve ser honesto.

Segurança operacional

Não exponha endpoints sensíveis do Actuator. Remova credenciais e dados pessoais de logs e atributos. Propague contexto por mecanismos suportados, sobretudo em limites assíncronos.

Consulte observabilidade e métricas oficiais.